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domingo, 1 de janeiro de 2012

Portais Dimensionais - 6/8 - Nas religiões


Dando continuidade à nossa série sobre portais dimensionais, sugerida por nossa grande amiga Angélica Pelegrino, hoje falaremos a respeito dos portais e religiões.
Se ainda não viu, leia nossos artigo anteriores a respeito dos portais dimensionais:


Como mencionamos no artigo “Refúgio do bem”, o Budismo tibetano refere com muita constância um reino jamais encontrado fisicamente (ao menos com provas cabais), que seria o centro da bem-aventurança e base do bem no mundo. Este reino é conhecido por Shambala e você pode conhecer um pouco mais a respeito dele clicando no link acima e lendo o curto artigo a respeito.

Lembramos igualmente as teorias a respeito da Terra oca, a respeito da qual as primeiras formulações científicas datam do século XVII, formuladas pelo astrônomo Edmond Halley, que propôs um planeta formado por camadas concêntricas e espaçadas umas das outras, que formariam outros dois planetas interiores ao nosso.

Estudos ulteriores de Halley levaram-no a apresentar à Real Sociedade de Londres, em 1692, seu estudo final que propunha a existência de três planetas concêntricos interiores à crosta terrestre, corpos do tamanho de Vênus, Marte e Mercúrio.

Adaptando essa teoria às crenças religiosas, Halley imaginou a existência de seres vivos nesses planetas interiores, sendo que a luz para esses seres provinha da atmosfera interior que era luminosa, sendo que a Aurora Boreal era consequência do escoamento dessa luminosidade pela fina camada polar. Essas teorias não foram refutadas no século XVIII, mas modificadas, como, por exemplo, por Leonhard Euler que considerou que no interior da Terra havia um único Sol que provia iluminação e aquecimento a uma extremamente desenvolvida civilização que vivia no interior da crosta terrestre. Ao final do século XVII, o matemático escocês Sir John Leslie concluiu que, em verdade, eram dois os sóis interiores, cujos nomes eram Plutão e Proserpina.

As especulações a respeito da Terra oca e habitada, entretanto, são muito anteriores do que esta formulação.

Agartha - por Midnight
Agartha - por Midnight
Nas antigas crenças, mundos ocultos sob a superfície da Terra sempre tiveram destaque. Budistas da Ásia central acreditavam num Reino de Agartha, um labirinto subterrâneo que abrigava populações de continentes extintos. Ali, seu líder sagrado, o "Rei do Mundo", comandava esse centro de progresso intelectual, de razão desenvolvida e conhecia todas as forças da Terra, lia todas as almas, conhecia todos os destinos.

Na antiga Assíria-Babilônia, o legendário Gilgamesh teria conversado com um amigo morto sobre um mundo interior. Os antigos gregos também especularam sobre as profundezas da Terra. Aí tivemos o mito de Orfeu e Eurídice, dos mortos no reino de Hades, das crenças de Homero sobre um mundo subterrâneo, do Deus que se assentava sobre o "umbigo do mundo" em túneis interiores concebidos por Platão. Egípcios acreditavam num infernal reino subterrâneo, algo como a tradicional crença cristã.
Jerusalém Celeste

Não se pode esquecer, ainda, a Jerusalém Celeste, como é mais conhecida na Bíblia, é a cidade de Jerusalém com um aspecto divino. Muitas vezes ao se referia ao Céu, morada de Deus, segundo inúmeras religiões, Jerusalém Celeste cumpri este papel, sendo, portanto: a Cidade de Deus, onde todas as pessoas viverão após o chamado "Juízo Final". A Jerusalém Celeste pode ser encontrada na Bíblia em varias partes, inclusive no "Livro do Apocalipse".

Alguns dos portais destes “mundos”, diz-se, são guardados dia e noite, havendo necessidade de convite ou aprovação para neles ingressar. Noutros casos, mais drásticos, os portais apenas podem ser alcançados após o desencarne, o que faz deduzir que os portais também se apresentam em níveis vibratórios diferentes.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Maçonaria - um esclarecimento

Como escrevemos em nosso artigo Maçonaria – Estrutura, a Ordem Maçônica, no Brasil, tomou para si a organização do Estado, possuindo instituições internas semelhantes aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sendo regida nos normas internas de grande rigor que regulam os direitos e as obrigações dos maçons.

Dentre estas normas, encontram-se os requisitos de ingresso à organização, em sua maior parte fundamentados nos antigos “Landmarks”[1], que são regulamentos de “épocas imemoriais”[2] e que delimitam o que se pode considerar verdadeira Maçonaria.

Não há registro de escrituração de todos os “landmarks”, mas diversos maçons e outros estudiosos os avaliaram pela observação do comportamento das lojas maçônicas (você pode compreender superficialmente as oficinas maçônicas lendo o artigo O que é uma loja maçônica) em funcionamento em diversas épocas e pela tradição oral e ensinamentos, em seguida listando-os em várias obras e estudos.

O resultado destas pesquisas não é pacífico, havendo grandes diferenças entre as conclusões dos vários estudiosos, especialmente quanto ao número dos verdadeiros “landmarks”.

Entretanto, alguns são comuns a todas as explorações realizadas, pelo que não há discussão a respeito deles.

Um deles, o último, refere-se à imutabilidade dele próprio e dos anteriores.

No entanto, a própria existência dos “landmarks”, dada a suas características de delimitação e definição precisas, demonstra que a organização maçônica, já nos seus primórdios, não possuía intenção de ser um grande agrupamento de pessoas, mas, contrariamente, que a qualidade de seus membros sobrepujasse a quantidade.

Atualmente, para ingresso, não basta o desejo do interessado. Não basta, também, que tenha condições de pagar as poucas contribuições financeiras a que estará sujeito. Deve ele ser convidado por um maçom para que todo o processo de admissão seja iniciado.

Feito e aceito o convite, o interessado deve apresentar uma série de documentos que demonstrem sua idoneidade civil, criminal e social, sendo seguidamente submetido à sindicâncias a respeito de sua conduta e vida, inclusive familiar, sendo de suma importância que, se casado, sua esposa concorde com sua entrada da Ordem.

Assim é levando em conta que o maçom adquire compromisso de comparecimento às sessões de sua loja, do que a esposa é cientificada para que não haja qualquer crise no casamento.



Religiosidade - por Del Rodrigues
Religiosidade - por Del Rodrigues
A esposa também toma conhecimento que Maçonaria não é religião e que não pretende doutrinar quem quer que seja para esta ou aquela crença, mas que exige de seus membros que acreditem num Ente Superior, tenha ele o nome que tiver, conforme a religião ou entendimento pessoal. Também aqui o interesse é a paz no casamento e nas convicções e crenças pessoais.

Para a Maçonaria: primeiro a família, depois o trabalho e apenas então ela própria.

As sindicâncias maçônicas possuem, portanto, caráter bilateral, considerando que se prestam para a avaliação do candidato, como também servem à avaliação da instituição pelo interessado e por sua família.

Feitas as sindicâncias, as conclusões são apresentadas na loja maçônica e submetidas à votação por todos os seus membros.

Aprovado o novo candidato, este será submetido à iniciação, a partir da qual é reconhecido como maçom.

Não há possibilidade de existir um dia a crença num único Deus para todos os homens, com circunstâncias provocadas pela Maçonaria. A Ordem maçônica não é sectária e defende com unhas e dentes a liberdade de pensamento, crença e expressão responsável. Para ela são igualmente importantes todas as religiões.

A Maçonaria não pretende ser fonte única para os homens e, ao contrário, luta para que todas as organizações sérias e respeitadas sobrevivam e atuem livremente nos países.

Da mesma forma, não se considera a única instituição capaz de contribuir com a evolução do mundo ou de alicerçar o ser humano, vendo grandes virtudes em diversas outras e unindo-se a elas nas grandes causas da humanidade.

A exigência de apresentação de documentos para que o candidato demonstre sua idoneidade tem fundamento no mínimo cuidado, também adotado por diversas outras instituições e agremiações, para que se busque evitar fraudadores, caluniadores e outros tipos de vida reprovável no meio maçônico.

Assalariados, esclareça-se, não apenas são admitidos como hoje provavelmente sejam a maioria dentre os maçons.



Drogas - por quique200907
Drogas - por quique200907
No que concerne à luta contra as drogas e outras mazelas sociais, a Maçonaria as abraça organizadamente, por meio das administrações federal, estaduais, das lojas maçônicas e de todos os maçons.

Inúmeras palestras e outras iniciativas são adotadas todos os dias por todo o Brasil, seja lutando pela erradicação das drogas, da pobreza, do preconceito e de tantos outros malefícios, seja pelo estabelecimento e conscientização das verdadeiras liberdades, dos conceitos de cidadania responsável, da necessidade de participação política da sociedade, da educação, da cultura, da religiosidade, etc.


Este artigo foi produzido por sugestão de nosso leitor Reginaldo Silva, feita pelo recurso especialmente desenvolvido para este fim, que você encontra no canto inferior esquerdo de nosso blog, no retângulo na cor ocre.


[1] Textualmente “marcas na terra”, “ponto de referência”, “o que contém algo – continente”, “cerca”.
[2] Adj. Que recua a uma época de que não se tem memória por causa de sua imensa antiguidade: tempos imemoriais.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Os Alquimistas - Parte II

Veja também:



Ilustração AlquímicaA combinação da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião é o resumo do que é a ALQUIMIA.



Os quatro objetivos principais declarados pelos alquimistas:
  • ·        Transmutar metais inferiores em ouro;
  • ·       Obter o elixir da longa vida, remédio que curaria todos os males e ofereceria vida longa aos que o ingerissem;
  • ·        Criar a vida humana artificial (o homunculus);
  • ·        Fazer a realeza enriquecer mais rapidamente.

Ciência X Tradição



Embora alguns, influenciados pelo conhecimento científico moderno, atribuam à alquimia um caráter de “proto-ciência”, é importante lembrar que ela possui mais atributos ligados à religião do que à ciência. 

Ao contrário da ciência moderna que busca descobrir o novo, a alquimia preocupava-se com os segredos do passado, e em preservar um suposto conhecimento antigo.

Como dito na postagem “Os alquimistas – parte I”, a ideia da transformação de metais em ouro aparentemente está diretamente relacionada com a evolução da consciência humana, elevando-a da ignorância (o chumbo) até a sabedoria (o ouro).





O trabalho relacionado aos metais, assim, era verdadeiramente uma conveniente metáfora para o reputado trabalho espiritual, especialmente na Idade Média, quando acusações de heresia eram constantes e muito mais comuns da parte da Igreja em relação aos que apregoassem um conhecimento diverso do defendido pela crença imposta.

Nicolas Flamel
Nicolas Flamel
A maior demonstração das metáforas utilizadas pela alquimia está no livro “O Livro das Figuras Hieroglíficas”, de autoria do famoso Nicolas Flamel, em que este afirma que os termos “bronze”, “titânio”, “mercúrio”, “iodo” e “ouro” seriam subterfúgios para confundir os leitores indignos do conhecimento alquímico verdadeiro.

Para os alquimistas, todo o universo caminhava para a perfeição, cabendo-lhes auxiliar a natureza, ou o Ser Divino, na concretização de Seus propósitos.

Veja também:
Os Alquimistas (parte 1)

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