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sábado, 14 de abril de 2012

Trocas


troca


Para alguns de nossos amigos, dizemos constantemente que a vida é feita de trocas e que são elas a dar sentido à existência. 

Não há existência sem troca, considerando que o próprio ato de respirar é a troca de oxigênio por gás carbônico...

E as trocas são muitas e mais do que diárias. Evoluímos quando trocamos de opinião; amamos quando trocamos carinho, atenção e afeto; etc.



Percepção - por Maria Eugênia M. Guimarães
Percepção - por Maria Eugênia M. Guimarães
As trocas são de fato necessárias, cruciais mesmo, mas nem sempre são boas. As trocas devem ser regidas pela clareza mental e por firme objetivo de propósito.

Quando não é assim ( e creiam que normalmente não é assim! ) trocamos errado, escolhemos enganosamente e optamos pelo mais fácil...

As verdadeiras trocas apenas valem a pena quando você oferece algo importante em troca de outra coisa importante e inovadora na sua vida, embora vista como essencial historicamente.

Vejam exemplos do que falamos:

Já faz tempo que trocamos a família por amigos que conhecemos há cinco minutos e que, dada nossa fome de relações e trocas para substituir aquelas que abandonamos, parecem ser nossos melhores parceiros há décadas...



Sonho de uma noite de verão - por visões do Visigodo
Sonho de uma noite de verão - por visões do Visigodo
Faz tempo também trocamos o namoro pelo ficar. Banalizamos os amores de uma noite...

Trocamos as relações estáveis pela pretensa liberdade de ação, que achamos que é o direito de tudo fazer, com quem desejarmos, no momento em que quisermos...

Trocamos o respeito que devemos aos outros pela sensação de poder que sentimos ao desafiar a autoridade...

Trocamos equivocadamente o dever de educar nossos filhos pelo pretenso dever de a eles sempre dar razão. Esquecemo-nos que a maior expressão de amor pelos filhos é a labuta do dia-a-dia pelo sustento deles e culpamo-nos por estamos pouco presentes sem perceber o quanto realmente seriamos culpados se estivéssemos sempre irresponsavelmente presentes, despreocupados com o futuro de nossas crias...



Futuro - por Raeioul
Futuro - por Raeioul
Trocamos um passado honrado e um futuro digno pelo presente inesquecível, mas deixamos de considerar que o presente, diferentemente do que propalam os defensores da irresponsabilidade, é o verdadeiro tempo que não existe. Quando é o presente? Agora? Já passou e não é mais! O concreto é o passado e o construído pelo passado é o futuro... O presente é só uma passagem, um momento, e nada mais do que isto.

Trocamos o conceito de que o que é socialmente importante deve ter primazia sobre o pessoal pela supervalorização do ego.

Trocamos o aprimoramento social, cultural e espiritual pelas academias, pelo fitness e pela escultura corporal.

Avalie a conveniência e oportunidade de suas trocas.

Troque a todo momento, mas conscientemente. Troque o certo pelo certo, o construtivo pelo construtivo...

Destroque o que não serve!!!

Nossas trocas não podem tornar nossas relações e nossas vidas líquidas. Precisamos de relações e vida concretas, palpáveis, verdadeiras...


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sexta-feira, 16 de março de 2012

Paradoxos do crescimento


Este artigo é fruto de algumas conversas com nossa amiga Rosangela Ayala pela página de fãs do |Blog Maçonaria e Esoterismo|.

Óh, quão bom seria compreender a vida com a facilidade de uma criança que em todos a todos os momentos confia...

Óh, quão bom seria entender quem verdadeiramente somos ao olharmo-nos no espelho...

Óh, quão bom seria se o mundo fosse um “sanctum sanctorum” bíblico, onde tudo e todos fossem polidos, verdadeiros, sinceros, límpidos e de fácil compreensão e absorção... Onde o crescimento fosse uma regra e não fosse necessariamente doloroso...

A vida, o crescimento e o mundo, contudo, não são assim, todos sabemos!



São eles sempre paradoxais, colocando-nos sempre à frente de dicotomias existenciais e de opções que apenas aos puros de coração sempre são fáceis.

Entretanto, pensamos que são os paradoxos que nos ensinam e nos forçam no rumo da verdadeira compreensão e crescimento.

A Maçonaria fala em liberdade, igualdade e fraternidade, mas, como dissemos em outros artigos que inseridos neste blog, que podem ser alcançados com fácil pesquisa pelos instrumentos que disponibilizamos, como diziam os preconceituosos autores e correligionários de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, um livro anti-semita e disseminador do preconceito e do erro, verdadeiramente a liberdade e a igualdade plenas não poderiam coexistir, quando avaliadas de forma singela e sem qualquer profundidade característica dos buscadores da verdade.

Dizem os partidários deste “pensamento” que aquele totalmente liberto nunca será igual ao seu semelhante e que, quando duas pessoas que se julgam verdadeiramente livres se encontrassem, necessariamente disto decorreria violenta luta pela supremacia da vontade de um sobre a de outro.


Contudo, quando a Maçonaria fala na convivência entre a liberdade e a igualdade, está a falar claramente dos paradoxos que a nós devem ensinar.

Apenas pode existir liberdade completa, quando exercida em toda sua plenitude, que se resume, para o verdadeiro buscador da verdade, da limitação de seus atos e palavras pela régua da fraternidade.

Portanto, é a limitação que garante o pleno exercício da liberdade!

Apenas pode existir igualdade entre todos, se garantida e respeitada a diversidade, novamente pela isonomia gerada pela régua da fraternidade e pelo círculo criado com o compasso da liberdade.

É a diversidade a garantia da mais plena igualdade!

Só não deve haver paradoxos para a fraternidade, que é, ou deveria ser, a massa que se utiliza para todas as construções humanas e que tem como ápice um conceito que, embora aparentemente diverso, está intimamente ligado à ela. Falamos da tolerância, lembrando que esta também é paradoxal quando observada por um determinado ângulo.

A tolerância apenas pode existir quando avaliamos aquilo com o que não concordamos, já que não é possível tolerar o que nos é caro e interpretado como correto.

No entanto, tolerar também não é compactuar ou permitir que algo de completamente errado seja praticado.

Fraternidade em sua expressão maior, portanto, é tolerância ao que, embora correto, não se coaduna com aquilo com o que balizamos nossa vida e conduta, fundamentados pela ética (você poderia gostar de ler nosso artigo “Moral, ética e lei”).

Pode existir divergência que conduza ao mesmo objetivo? Sim, se os paradoxos nos ensinarem.

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