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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sociedade Brasileira de Eubiose


 
Foi fundada por Henrique José de Souza (1883 – 1963) e por Helena Jefferson de Souza (1906 – 2000), sua esposa, no ano de 1921, na cidade de São Lourenço.


A Sociedade Brasileira de Eubiose é conhecida publicamente como uma escola de esoterismo, teosofia e ocultismo, sendo seu conhecimento a síntese de filosofia, religião e ciência.

O termo eubiose se relaciona com o processo de evolução humana, entendido como transformação de energia em consciência.

Este processo totalmente licenciado do sectarismo aponta para o caminho de uma construção crítica do autoconhecimento. Apresenta informações sobre o conhecimento da natureza oculta do corpo humano e visões da cosmogênese. Os ensinamentos contidos na doutrina eubiótica apontam na direção não apenas do crescimento individual, mas do crescimento coletivo.

Em 1921, foi lançada a pedra fundamental do movimento eubiótico no Brasil. Sua fundação material, como Dhâranâ Sociedade Mental Espiritualista, no entanto, remete a 1924, quando em Niterói foram firmados os seus estatutos sociais. 

Com um trabalho então muito próximo ao do budismo esotérico, Dhâranâ ergueu as bases para o que viria a se tornar a Sociedade Teosófica Brasileira, nome assumido em 1928, e que de certa forma homenageava a Sociedade Teosófica fundada por Helena Petrovna Blavatsky, que, por sua vez, buscava desenvolver uma doutrina espiritualista na América. 

Tendo acompanhado e participado ativamente de uma série de eventos políticos e culturais do país e do mundo, a então Sociedade Teosófica Brasileira deu continuidade ao trabalho de Blavatsky, interrompido prematuramente, e também ao do teósofo espanhol Mário Roso de Luna, com quem o Professor Henrique José de Souza mantinha interessantes diálogos. 

A partir daí, a Eubiose inspirou e influenciou uma série de outros grupos e colégios iniciáticos, desde preceitos espíritas a lojas maçônicas (veja a postagem "O que é uma loja maçônica?".

Com a morte de seu preceptor, a então Sociedade Teosófica Brasileira assumiu seu nome atual.


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quinta-feira, 14 de julho de 2011

O que é uma loja maçônica?

Uma loja maçônica é um local especialmente dedicado às reuniões de maçons (do francês, "maçon" = pedreiro).
Nestes locais nada é vendido, pois que este entendimento a respeito do termo "loja" é muito mais recente do que o anterior, que é local de reuniões.

Lojas maçônicas obrigatoriamente contém templos especialmente destinados às reuniões ritualizadas em Maçonaria.

Templos maçônicos não são locais especiais de adoração de um ou outro deus, mas locais onde o Deus de cada coração e de cada compreensão são adorados.

A "adoração" a Deus, para o maçom tem aspectos muito mais práticos do que simplesmente a contemplação, embora esta não seja descartada. "Adoração" para o maçom também tem o sentido prático da construção do templo interior, ou seja, refere-se a uma série de comportamentos, atitudes, pensamentos, leitura, pesquisa, etc, que permiram que cada maçom seja suficientemente bom e elevado para abrigar o Deus de seu coração e de sua compreensão.

Nos templos maçônicos, como dito, ocorrem sessões ritualizadas, ou seja, devidamente organizadas e ordenadas, com início, meio e fim.

Seis são os ritos praticados oficialmente pela Maçonaria Regular brasileira, quais sejam:
  1. Rito Escocês Antigo e Aceito (conhecido por REAA);
  2. Rito Adonhiramita;
  3. Rito Moderno;
  4. Rito de York;
  5. Rito Brasileiro e
  6. Rito Schröeder.
Os ritos maçônicos praticados no Brasil apresentam sensíveis diferenças, inclusive na concepção teísta ou deísta da divindade, com impactos bastante radicais na forma da condução das sessões.

As lojas maçônicas, no passado como atualmente, foram grandes, senão os únicos, pólos de concentração da liberdade de pensamento e expressão e os focos de grandes avanços sociais e políticos.

No Brasil, por exemplo, foi no interior de uma loja maçônica que primeiramente em grupo se decidiu pela abolição da escravatura.

Uma loja maçônica, portanto, não é local para o exercício desta ou daquela religião em especial, mas um lugar de confraternização, de expressão e de desenvolvimento íntimo.

É um lugar de grande respeito por todas as convicções, por todas as etnias, por todas as compreensões.

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