Banner

Traduza para seu idioma

Você também deveria ler:

2leep.com
Mostrando postagens com marcador Astrologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Astrologia. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de agosto de 2011

O SECRETUM SECRETORUM


O Segredo dos Segredos:



Tratado medieval traduzido para o latim no século XII, do original em árabe, escrito no século X, que inclui:

  • A arte de governar;

  • Ética;

  • Fisiognomia;

  • Astrologia;

  • Magia e

  • Medicina.


A origem do tratado é desconhecida, e, embora haja indicações na versão árabe de haver sido traduzido do grego para o sírio e deste para o árabe, não se encontraram versões gregas.

A versão árabe foi traduzida para o Persa, Turco-Otomano, Hebraico, Castelhano e Latim. Do latim, foi traduzido para o Tcheco, Croata, Alemão, Inglês, Castelhano, Catalão, Português, Francês e Italiano.

Aristóteles
Alexandre, o grande


Supostamente o Secretum Secretorum foi escrito por Aristóteles para Alexandre, o Grande, durante suas campanhas na Pérsia.



O texto fala das questões éticas enfrentadas por um administrador, abordando também astrologia e propriedades médicas e mágicas das plantas, gemas e números, além de um estranho relato de uma ciência unificada que somente uma pessoa com a moral apropriada e conhecimento intelectual poderia descobrir.

Uma versão que apareceu no século XIII aborda alquimia e uma versão antiga da tábua esmeraldina (leia as postagens "A tábua de esmeraldas" e "Hermes Trimegistus").

O texto permaneceu na lista dos mais lidos da era medieval por centenas de anos.

Roger Bacon
Roger Bacon, ao encontrar o tratado, compreendeu-o como um caminho que levaria a mais revelações do que uma vida inteira de estudos. Bacon gastou toda a fortuna de sua família tentando encontrar livros secretos e realizar vários experimentos, como também em linguagens, instrumentos e tabelas astronômicas, mas os materiais por ele procurados eram raros e muito caros, razão pela qual aqueles que conhecem “a arte” não podem operá-los e os livros daquela ciência são tão segregados que um homem mal pode encontra-los.

Os acadêmicos de hoje enxergam o Secretum Secretorum como uma janela na vida intelectual medieval: foi usado numa variedade de contextos acadêmicos, e tem um papel sensível nas controvérsias acadêmicas contemporâneas.

Acompanhe com maior facilidade as principais postagens do Blog sobre Maçonaria.
Inscreva-se para receber mensagens semanais, clicando aqui.



O que você achou desta postagem?
Ruim
Boa, mas superficial
Útil
Muito boa
Excelente
Votar
resultado parcial...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Os Alquimistas - Parte II

Veja também:



Ilustração AlquímicaA combinação da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião é o resumo do que é a ALQUIMIA.



Os quatro objetivos principais declarados pelos alquimistas:
  • ·        Transmutar metais inferiores em ouro;
  • ·       Obter o elixir da longa vida, remédio que curaria todos os males e ofereceria vida longa aos que o ingerissem;
  • ·        Criar a vida humana artificial (o homunculus);
  • ·        Fazer a realeza enriquecer mais rapidamente.

Ciência X Tradição



Embora alguns, influenciados pelo conhecimento científico moderno, atribuam à alquimia um caráter de “proto-ciência”, é importante lembrar que ela possui mais atributos ligados à religião do que à ciência. 

Ao contrário da ciência moderna que busca descobrir o novo, a alquimia preocupava-se com os segredos do passado, e em preservar um suposto conhecimento antigo.

Como dito na postagem “Os alquimistas – parte I”, a ideia da transformação de metais em ouro aparentemente está diretamente relacionada com a evolução da consciência humana, elevando-a da ignorância (o chumbo) até a sabedoria (o ouro).





O trabalho relacionado aos metais, assim, era verdadeiramente uma conveniente metáfora para o reputado trabalho espiritual, especialmente na Idade Média, quando acusações de heresia eram constantes e muito mais comuns da parte da Igreja em relação aos que apregoassem um conhecimento diverso do defendido pela crença imposta.

Nicolas Flamel
Nicolas Flamel
A maior demonstração das metáforas utilizadas pela alquimia está no livro “O Livro das Figuras Hieroglíficas”, de autoria do famoso Nicolas Flamel, em que este afirma que os termos “bronze”, “titânio”, “mercúrio”, “iodo” e “ouro” seriam subterfúgios para confundir os leitores indignos do conhecimento alquímico verdadeiro.

Para os alquimistas, todo o universo caminhava para a perfeição, cabendo-lhes auxiliar a natureza, ou o Ser Divino, na concretização de Seus propósitos.

Veja também:
Os Alquimistas (parte 1)

Acompanhe com maior facilidade as principais postagens do Blog sobre Maçonaria.
Inscreva-se para receber mensagens semanais, clicando aqui.


O que você achou desta postagem?
Ruim
Boa, mas superficial
Útil
Muito boa
Excelente
Votar
resultado parcial...